aquarela, eu sou a aquarela,
a onda vertiginosa que remexe vulcões
o segredo é a minha flauta e sua extraordinária fidelidade,
pavor,
na seiva humana nada além de humana, moro, móras,
joguei minha âncora de puro estanho
Alexandre Durratos que em ROCHAMIRANDA vai sambar um maracatú é meu camarada de LAPAS RUA CEARÁ DOS ROCKS PUTAS, DAS GALINHAS NOITES DO BL...