o senhor budha eu mesmo,
o peixe graudo das cachoieras do meu vosso canto
cai nas veias, nas entranhas, nos tonéis do umbigo
outro dia hoje mesmo
pintei a face de uma ave, de uma ave comum,
de uma ave nada humana plenamente humana ave
há uma rua azulada de écos,
um cão solto nos aros da tarde,
da tarde que planto no vaso,
na sala, nas fendas por onde vemos o outro
( edu planchez pã maçã silattian )
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