asas da escrita, do que escrevo,
asas do homem que escreve nas pedras com pedras,
com o tombo das chuvas remenda-se os rasgos dos trovões,
os roncos, não dos trovões, sim das aves migratórias,
das aves que migram para os vilarejos mais próximos
com a velocidade dos vagalumes
para entrarem nas cenas do pródigo filme
que ora escrevo
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